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11 de jan. de 2010

Resenha: Raio Apresenta Expresso Imperial

Hipnose no palco (Foto por: Diogo Quirino)
A noite da primeira vez da Expresso começa com a agitação e energia da Hipnose, trazendo o peso do new metal pra noite. Uma apresentação curta porém coesa.

A Ji-paranaense Di Marco (Foto por: Diogo Quirino)
A Di Marco de Jipa, nunca desaponta e levantaram os ânimos com seu rock dançante e seus covers muito bem escolhidos, e fizeram um prelúdio à altura do som que a Expresso tocaria logo depois.

O debut da Expresso Imperial (Foto por: Diogo Quirino)
Depois da expectativa, do trabalho montando o som e dos preparativos para o evento sobe ao palco a Expresso Imperial. Abrindo com Bach tocado ao violão que depois ganhava o peso do baixo e da bateria. E assim a apresentação seguiu ora no violão ora na guitarra, muitas experimentações técnicas e muitas surpresas a cada nova musica tocada, numa mistura de jazz, bossa nova, rock e erudito. Com certeza uma das bandas chave na cena de Porto Velho.

For those about to rock: Amazonautas
Encerrando a noite, a Amazonautas tocou covers de rock setentista do jeito que só eles sabem, com energia e muita presença de palco, tanto que o público pediu uns cinco ou sete “mais um”. O primeiro evento realizado pelo Raio em 2010, superou todas as expectativas e mostra que em 2010 novas articulações e novas bandas trarão novidades para a cena.
Por: Luiz Cochi

2 de jan. de 2010

Raio Apresenta: Expresso Imperial


Neste próximo sábado, dia 09/01, acontecerá o evento ''Raio Apresenta: Expresso Imperial", que além da banda a ser apresentada, vai contar também com as bandas Di Marco (Ji-Paraná), Amazonautas e Hipnose. A iniciativa, que tem como intenção apresentar o trabalho de bandas novas da cena, será realizado no Lacerda's Pub, e irá começar às 22h, com entrada a R$5,00.

Serviço
Local: Lacerda's Pub (aka BatCaverna)
Data: 09/01
Horário: 22h
Entrada: R$5,00

EXPRESSO IMPERIAL


A estreante da noite, Expresso Imperial, é um projeto de música instrumental montado pelos músicos Marcelo Benaci (guitarra), Henrique Borges (bateria), e Ramon Alves (contrabaixo). O trio estará lançando na ocasião o seu primeiro EP, auto-intitulado, cujo projeto gráfico você confere acima, e que em breve estará disponível para download.

DI MARCO

A atração de fora da capital já é bem conhecida do público portovelhense, acumulando participações em eventos no ano de 2009 na cidade, valendo destacar a participação no X Festival Casarão. A Di Marco, que vem se apresentando atualmente como um trio, planeja ainda no começo de 2010 lançar o seu primeiro disco.

AMAZONAUTAS

O trio de hard rock da capital, Amazonautas, formado por Renê Alan (bateria), Evandro Rodrigues (guitarra e vocal) e Danilo Santos (contrabaixo), apresenta um repertório formado basicamente por covers de bandas de hard rock setentista. A banda planeja ainda esse ano lançar o seu repertório autoral.

HIPNOSE

At last, but not least, a (quase) novata Hipnose, quarteto de new metal formado ainda em 2009, e que já conta com uma boa quantidade de músicas próprias. A banda é formada por Romério Alexander (vocal), Criston Lucas (guitarra), Átila Farias (contrabaixo) e Brendo Bringel (bateria).
Por: Ramon Alves

23 de out. de 2009

Rock Contra a Fome em Ji-Paraná

Neste domingo, dia 25, vai acontecer em Ji-Paraná o evento Rock Contra a Fome, que já está na sua terceira edição e vai contar com as bandas: Eclipse Final, Atos 29, Calibre a Gosto, Tatudikixuti e Di Marco. O evento terá entrada grátis, e juntamente com a programação estará sendo realizada uma campanha de arrecadação de alimentos, como afirma Raphael Amorim, do Interior Alternativo: "O evento é aberto, e a doação de alimentos vai da consciência de cada um." Os alimentos serão doados ao Centro de Recuperação de Dependentes Químicos Ebenezer, localizado em Ji-Paraná.

Serviço
Local: Gerivaldão
Data: 25/10
Horário: 19h
Entrada: Grátis, porém o evento contará também com uma campanha de arrecadação de alimentos.
Por: Ramon Alves

11 de set. de 2009

Di Marco - Festival Casarão

Di Marco (Foto: Mari Camata)

Quis ver como eles se saíam depois de terem se tornado Power trio com a saída de um guitarrista, até fiquei apreensivo, será que ia rolar Di Marco sem o Alemão? E não é que rola, mais crua e mais simples, mas nunca ruim, a banda mostrou competência ao conseguir adaptar as próprias músicas para uma plataforma diferente e sem tirar o clima característico de cada som, cada ritmo e cada toque de guitarra. Mais trabalho pro Rapha Amorim, mas quem disse que trabalho duro não é recompensado no rock, e a recompensa é toda nossa.
Por: Luiz Cochi

7 de ago. de 2009

Di Marco: Power Trio, Novos Planos e Muitas Ações

Dando continuidade à série de entrevistas realizadas com os destaques da décima edição do Festival Casarão, segue entrevista com a banda Di Marco, que fala sobre o desafio de uma nova formação, a experiência de sair do estado pela primeira vez, a composição do seu som e a atuação com o Interior Alternativo.

O IX Festival Casarão (2008), além de contar com bandas já conhecidas de longa data do público rondoniense, foi importante por lançar bandas novas no circuito, e um destes destaques, foi a Di Marco, que inclusive foram elogiados por Bruno e Cirilo Dias, do respeitado site Urbanaque.

A banda, que existe desde 2004, e já se apresentou com outras formações, agora é um power trio : Raphael Amorim (Vocal/ Guitarra), Uelton Amorim (Contrabaixo), e Alexandre Wilsen (Bateria). Quando perguntado sobre as mudanças na maneira de se apresentar da banda e na dinâmica de composição, Raphael Amorim diz “...de certa forma estamos mais à vontade, tanto pra compor e tocar. Estamos nos acertando ainda como um trio, mas já percebemos que só depende do nosso empenho e temos feito com que isso aconteça, com o maior tesão do mundo."

Apesar das novidades na formação, a banda continua mandando o seu Indie Rock, misturado com outros estilos, conforme explica o guitarrista “É impossível não colocar algo mais, já que tudo que você escuta e vê acaba de certa forma inserida na sua música, desde um efeito legal em uma musica do Arctic Monkeys até uma palhetada que tem numa música da banda Calypso, então já que é ‘Índio Rock’.”

O conjunto ji-paranaense, que carrega experiências nos Festivais Machado Rock e Casarão, ambos em Rondônia, saiu do estado pela primeira vez em Fevereiro deste ano, no Grito Rock Cuiabá. Além das histórias da viagem, a banda comemorou a possibilidade de conhecer outros coletivos e bandas, além de conferir o funcionamento do Espaço Cubo. O vocalista resume : “Tocar sempre é bom. Em Cuiabá e pra uma casa cheia, melhor ainda.”. Ainda sobre o Festival Machado, a banda está participando do CD do Festival Machado Rock, contribuindo com três faixas. Além disso, também há a possibilidade da banda levar algo novo visando o Festival Casarão deste ano.

Atuação no Interior Alternativo

É importante ressaltar que a Di Marco fundou o Interior Alternativo, que evoluiu de um blog para um coletivo, que, diga-se de passagem, é bem peculiar, pois possui membros de duas cidades, Ji-Paraná e Cacoal, e já encontra o seu caminho na produção de eventos, como a ‘Noite Fora do Eixo’ do dia 31 de julho, que contou com a banda acreana Los Porongas, e o Festival ‘Eu Quero É Rock’, que vai acontecer nos dias 28 e 29 de agosto. O coletivo, que em outros tempos era composto basicamente pela banda, hoje comemora as recentes parcerias com outras bandas e casas de eventos, conforme diz Raphael: “Durante muito tempo o Interior Alternativo foi praticamente a Di Marco, já que a gente organizava e tocava. Algumas bandas não se bicavam, então preferiam não estar juntas no mesmo barco, e pra nossa alegria isso tem mudado, outras bandas têm aderido, Cacoal se interessou pela idéia, estamos brotando na verdade, mas já estamos dando frutos.”


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Hoje também vai rolar o Ensaio Garagem no Manifesto Missões Urbanas a partir das 19h30 com as bandas : Destroy, Nóis é Cowboy e Sanctify. Além do som, no local vai haver venda de CD's, DVD's e revistas das bandas.
Por : Ramon Alves e Bruna Cruz

5 de jun. de 2009

Let's Go! em Ji-Paraná

Neste domingo, dia 08 de Julho acontece em Ji-Paraná o evento Let's Go, que será realizado na Praça dos Imigrantes (Av. Monte Castelo), às 18h e contará com as seguintes bandas :


O evento, que não é realizado desde 2006, volta nesse ano com fôlego total, comprovando cada vez mais a força do interior rondoniense na realização de eventos e no surgimento de bandas novas.
Por : Ramon Alves

29 de jan. de 2009

Fim de semana alternativo

No último fim de semana rolou na Sede do Casarão Di Marco. A banda de Ji-Paraná esteve em Porto Velho para dois eventos: na sexta, fazer o tributo a Los Hermanos com a Hey Hey Hey e no sábado, fazer o lançamento de seu EP, junto com o Coletivo Raio Q Uparta.
Na noite de sábado, tocaram mais quatro bandas, dentre elas a New Change, banda participante do Raio. Sharkeiros e Overdose D/S abriram a noite do primeiro evento do ano do Coletivo, seguida pela New Change e Bicho du Lodo que animou um bocado de gente. A Di Marco seguiu tocando e no seu estilo também fez com que o público presente ficasse ali pra curtir o som deles.
Di Marco, na Sede do Casarão
No mais, movimentação da cena, sempre!

Mais fotos: Flickr do Coletivo Raio Q Uparta

Por: Núcleo de Comunicação

20 de jan. de 2009

Raio Q Uparta Apresenta: Di Marco

O primeiro evento do ano do Coletivo Raio Q Uparta vai trazer uma das bandas destaque do interior rondoniense: Di Marco, de Ji-Paraná lançará em Porto Velho seu mais novo EP.
A banda que surgiu em 2004 e tem influências de The Strokes, The Killers, Moptop, Ramone, dentre outros, foi um dos destaques do Festival Casarão de 2008. Atualmente é formada por Alexandre Wilsen (bateria), Magno Alemaum (guitarra), Raphael Amorim (voz e guitarra) e Uelton Amorim (baixo). Vale destacar que Raphael Amorim é um dos responsáveis pela movimentação da cena independente em Ji-Paraná, através do Interior Alternativo e parceiro do Coletivo Raio Q Uparta no Grito Rock Rondônia 2009.
A festa também terá a particpação das bandas Sharkeiros, Overdose D/S, New Change e Bicho du Lodo e ao comprar o ingresso (disponíveis na Sede do Coletivo e na loja Tutto Bello) você ganha o EP da Di Marco.

O QUE?: Raio Q Uparta Apresenta: Di Marco
QUANDO: Dia 24/01 às 22 horas
ONDE: Sede do Casarão (Rua Paulo Leal, 970, esquina com Rua Salgado Filho)

Por: Núcleo de Comunicação

4 de jan. de 2009

Interior Movimentado, Ji-Paraná e seu Fim de Semana barulhento

Vista do Hotel / Banda Hope / Banda Di Marco
Eu lá ia em direção à Jipa, tomando mais um daqueles ônibus que, aparentemente, são o máximo rumo a um fim-de-semana destruidor com direito a banda de metal e a gang de motoqueiros. Logo que saí da rodoviária me instalei no hotel bom e barato, que por uma leve coincidência, dá de fundos com uma prisão (foto). Chego ao quarto e vou buscar meu celular na minha mochila, onde tenho o telefone dos amigos que conheço na cidade e dou conta de que havia perdido. Por sorte quem o encontrou foi o pai de uma moça que trabalha na empresa de ônibus e que me fez o favor de enviar o bendito telefone o mais rápido possível. É difícil encontrar pessoas honestas assim hoje em dia... Além de ser uma cidade bonita, comparada à retorcida e capenga capital, as decorações de Natal eram muito mais bem elaboradas e contava até com uma “casa do papai noel” nas proximidades do centro: uma bela casinha, estilo colonial com grama por todo lado, luzes e enfeites. Tal lugar chega mesmo a ser tomado como um ponto turístico por sua beleza (sem foto dessa vez, visitem e vejam vocês mesmos). Já no sábado lá vamos eu e minha senhora ao local onde se realizaria a primeira quebradeira do fim-de-semana. Na verdade eu já conhecia o local, mas em outra situação. É uma lan-house um tanto pequena com um bar no fundo e um espaço que cabem no máximo 70 pessoas. A polícia passando na avenida atrás de motos e carros irregulares, pois bem em frente fica o “point” da música boa e dos “garotinhos e seus carros legais”, uma pequena turma já se junta na frente da On-line, all-star, camisas pretas e o pessoal das bandas.
Cumprimento o “DiMarco” Raphael que só agora encontro, me sento no meio-fio para tomar uns goles de uísque e é aí que aparecem uns motoqueiros com motos envenenadas e suas jaquetas surradas e estacionam suas monstras do outro lado da rua na minha frente. Fico sentado curtindo o bom vento da noite e pensando em como o lugar vai suportar esse povo que esta do lado de fora... Pago os dois mangos do ingresso e depois de um tempinho a primeira banda entra em cena, Hope de Ouro-preto d'Oeste, que tocou apenas umas três músicas e, segundo o vocalista, me contou na cavernosa fila do banheiro, interromperam o show porque o som estava ruim. Também pudera, o lugar é uma caixa de fósforos e eles tentaram tocar hardcore, não funcionou. Espero outra chance de poder vê-los melhor. Depois entra a DiMarco, com o vasto repertório, mesclando músicas próprias com um seleto grupo de covers como Arctic Monkeys, Los Hermanos (muito bem executado), Amy Winnehouse, Strokes, Moptop e sei lá mais o que indie. Uma observação importante é que a DiMarco, sempre que a assisto, soa bem, com som bom ou ruim, eles parecem sempre os mesmos, coesos e com forte vibração pop. Pontos altos para as músicas próprias como “Não há segredo no embalo dos nossos quadris” e tantas outras que poderiam se reproduzir e fazer mais presença no pacote DiMarco.
Eis que depois da DiMarco desses os motoqueiros lá de fora entram, o clima fica tenso e... Sim, eles são uma banda, não iam matar ninguém lá dentro, pelo menos não no nível físico, Old School Of Rock'nRoll é o que pode ser o nome do grupo quanto a descrição das covers que tocaram. Para quem não entendeu, um festival de covers de Black Sabath, StheppenWolf e essas coisas. Logo em uma altura em que eu bebia vodka pura e tentava falar com o “garçon” que se esquivava de uma garota que ocupava a parte de cima do único balcão do lugar. O som do lugar não era lá essas coisas, mas por dois reais, um ambiente bacana e com ar-condicionado, três bandas e um clima meio “pub” é de valer a pena. Depois eu e minha senhora tomamos carona com o “DiMarco” Raphael e fomos comer uns pastéis e ver capivaras na rua (não é nenhuma piada elas realmente aparecem num parque às margens do Rio Machado).

O domingo (28/12) prometia com o “Eu quero é rock”, festival que contaria com participação de bandas locais e de Jipa. Marcado para as 19hs calculei que poderia assistir as cinco bandas que estavam no cartaz e tomar o ônibus de volta no mesmo dia, afinal meu trabalho me espera. O evento teve um enorme atraso, quase umas duas horas. Nesse meio tempo saímos para conhecer melhor o que a cidade tinha para oferecer, visitamos uma espécie de parque com brinquedos e o presépio gigante, tudo muito bem arrumado, mas meio misturado demais, tendas de bebidas e música eletrônica (dance) estavam no mesmo espaço de carrosséis, tiro-ao-alvo e pescaria, vai entender. Calculei que o atraso mataria umas três bandas que iríamos assistir, mas não foi o caso, perdemos só duas.

Banda Djow / Banda Calibre a Gosto / Banda Hawk Angel
Quando voltamos ao Teatro Dominguinhos a banda Djow, de Cacoal, estava se apresentando, formada pelo guitarrista da Relicário que agora ataca de violão e nos vocais, muito bons por sinal, e por mais 3 integrantes segurando o instrumental tocaram um pop rock bem elaborado misturando covers de Capital Inicial e músicas próprias e relembrando o material da Relicário, com um guitarrista virtuoso e controlado e uma batera forte e simples mostraram a cara da nova música de Cacoal, revelando que esta cidade do interior tem música de alta qualidade. Tirando as roupas meio esquisitas foi um ótimo show. Até estou procurando na internet.
Logo após veio a Calibre a Gosto, de fato não consegui entender esse nome, tocaram o seu som pesadão meio new-metal meio Charlie Brown Jr, os pontos altos foram os covers de Rappa e suas músicas acompanhadas de um guitarrista absurdamente rápido. A banda em si é boa, com arranjos legais e meio inusitados, mas eu não conseguia entender quase nada que o vocalista grandão, musculoso e tatuado tentava cantar. A não ser no cover do Rappa que foi muito bem executado, mas gostei da banda e de sua presença de palco que não deixou ninguém parado dentro do gelado teatro que contava com o maior sistema de ar-condicionado dentro de um teatro que eu já vi, e senti. Depois disso veio a Hawk Angel. Das últimas duas vezes que os assisti tinham uma menina no vocal que tinham um gutural bem pesado, agora eles me aparecem com um vocalista e uma mudança de estilo drástica, passaram do gótico ao metal estilo Angra. Tudo que tenho condições de comentar é que o vocal desafina quando vai catar as notas mais altas naqueles gritinhos metal. A banda é coesa e muito bem ensaiada e agradou o público metaleiro que estava lá.
Ao todo no teatro haviam umas 300 pessoas que ficavam fora e dentro, o teatro sempre com um movimento bom e, até a hora em que saí, nada de brigas ou confusões. O som do local era bom demais, ouvia todas as guitarras, baixos e baterias, na mesa de som até um notebook era usado para as regulagens, uns dos melhores sons que já vi, talvez os produtores da capital devessem zelar por esse ponto como no interior. Devido ao atraso não pude assistir as ultimas duas bandas, Tatudikixuti e Urbanóids, fica para uma próxima.
Jipa, coloquem no mapa como ponto de encontro das bandas do estado todo, pois é a cidade que está praticamente no meio das distâncias e que sempre tem coisas legais rolando.

Por: Luiz Antonio - Colaborador Núcleo de Comunicação

5 de nov. de 2008

Festival Machado: sucesso inesperado!

(Eclipse Final -Rock Cristão)

Nos dias 24, 25 e 26 de outubro, foi realizado na cidade de Ji-Paraná/RO, o FESTIVAL MACHADO, produzido por Mariana Paio e Samira Lima com patrocínio da Fundação de Cultura. O evento contou com onze bandas de Ji-Paraná, uma de Cacoal (Relicário), e duas de Porto Velho (Ultimato e Bicho Du Lodo).
O evento consistiu em uma seleção de bandas que, ao se inscreverem, estariam participando de uma “peneira”, sendo que as escolhidas pelo júri – formado por músicos e representantes da fundação – gravarão um disco que será totalmente financiado pela mesma Fundação.
Nos dois primeiros dias foi realizada a seleção e no último, apenas as vencedoras tocaram. As bandas vencedoras foram: Di Marco, Neófitos, Relicário, Eclipse Final, Calibre A gosto e Tatudikixute.
Segundo os produtores do evento, serão prensadas mil cópias do disco, sendo que 960 serão divididas entre as bandas e 40 serão enviadas para produtores e festivais de todo o Brasil.


(Bate-papo com Samira Lima)

Além da presença do Raio no último dia do festival, esteve presente também a rádio PVH CAOS, que transmitiu todo o festival pela internet.
A produção do evento, que não esperava a proporção que o Festival tomou, se mostrou bastante animada e otimista com a idéia da implantação de um coletivo de bandas independentes na cidade, realizando festas periódicas e promovendo o intercâmbio entre as cenas próximas.


(Di Marco)

Apesar da boa aceitação, ficou evidente que a maioria das bandas, ainda está no processo de migração de repertório de covers para um trabalho autoral mais criterioso. O grande destaque foi a banda Di Marco que, com um repertório já desenvolvido, obteve um espaço de três canções no disco que terá quatorze faixas no total.

Por Marcos Fonseca e Gregory Thiago